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Economia

Erechim cria 166 novas vagas de trabalho em janeiro

Destaque positivo para a indústria. O comércio registrou os piores números. Município mantém 39.807 trabalhadores regidos pela CLT

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A construção que vive um bom momento, com grande liberação de projetos, não reflete na geração de em
Por Rodrigo Finardi
Foto Rodrigo Finardi

O município de Erechim aumentou em 166 o número de empregos formais no mês de janeiro, situação em que o posto de trabalho garante ao trabalhador direitos e deveres previstos na legislação trabalhista regidas pela CLT. É o que aponta os dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), vinculado ao Ministério do Trabalho e Emprego, divulgado no início da tarde da última quarta-feira, 26.

Recuperação do mês anterior

Neste primeiro mês de 2025, Erechim se recupera do mês de dezembro quando fechou 463 vagas (e fechou o ano com 1.143 vagas criadas). No total foram 2.066 admissões e 1.900 demissões. Destaque positivo para indústria que gerou 188 novos postos de trabalho. E o destaque negativo é comércio que demitiu 76 trabalhadores de suas funções. Atualmente Erechim mantém 39.807 trabalhadores na formalidade, com carteira assinada.  A seguir o desempenho de todos os segmentos da economia em Erechim.

Indústria – 16.014 trabalhadores

A indústria, a exemplo de 2024, segue sendo o setor que mais emprega em Erechim. E em janeiro, ficou em primeiro lugar entre todos os segmentos pesquisados. Criou 188 postos de trabalho. Foram 817 contratações e 629 desligamentos. Mantém 16.014 trabalhadores com carteira assinada, o colocando entre os oito maiores polos industriais do RS.

Serviços – 13.401 trabalhadores

O setor de serviços, é um dos segmentos que vem crescendo muito nos últimos anos. É o segundo geral na geração de empregos formais e também ficou em segundo em janeiro, quando abriu 47 novas vagas. Ao total foram 643 admissões com 596 demissões. Atualmente tem 13.401 trabalhadores na formalidade.

Comércio – 8.418 trabalhadores

No mês de janeiro, o comércio em Erechim, foi o segmento da economia com os piores números, isso em função das vagas temporárias criadas para o final do ano, e que acabaram não sendo efetivas. Foram 478 admissões e 554 demissões. Isso representa o fechamento de 76 postos de trabalho na formalidade. Mesmo com os números negativos, atualmente tem em seus quadros 8.418 trabalhadores com carteira assinada.

Construção - 1.767 trabalhadores

A construção teve um mês estável em janeiro, abrindo cinco novas vagas de trabalho (118 contratações e 113 desligamentos). Mantém atualmente 1.767 trabalhadores na formalidade. Abra-se um parêntese aqui, que mesmo o município vivendo um momento bom na construção, com grande liberação de projetos, número elevado de profissionais da área presta serviços ao segmento com empresas enquadradas no MEI, o que não reflete na geração de empregos formais.

Agropecuária – 207 trabalhadores

Em outras municípios e regiões mais agrícolas, esses números são mais expressivos que Erechim, que perdeu áreas ao longo das décadas, por conta das emancipações. Tanto é que em janeiro foram 10 contratações e 8 desligamentos, com saldo positivo de duas vagas. Nesse início de 2025, tem 207 trabalhadores registrados para as funções do segmento.

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