Após sofre forte revés na geração de empregos formais no último mês de 2025, quando fechou 776 vagas, Erechim se recupera a volta a contratar em 2026. É o que aposta os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados
(CAGED), relativos ao mês de janeiro, divulgado no final da tarde de terça-feira, 3.
Foram abertas 327 novas vagas no período, com 2.173 contratações e 1.846 demissões. O melhor segmento foi a indústria, e o pior o comércio.
No ano passado criou 1.783 novas vagas, e somadas as 327 de janeiro, são 2.110 em 13 meses. Atualmente mantém 41.735 trabalhadores na formalidade, regido pela CLT, quase 40% da população.
Mais de 8 mil vagas desde 2020
Desde que entrou em vigor o novo Caged em 2020, Erechim criou 8.113 novas vagas. A seguir ano a ano, e o que representa o estrangeiro em percentual.
2020: 466 vagas criadas (242 vagas de estrangeiros: 51,93%).
2021: 1.684 vagas criadas (estrangeiros perdem 32 vagas: negativo de 1,90%).
2022: 1.147 vagas criadas (261 vagas de estrangeiros: 22,75%).
2023: 1.562 vagas criadas (866 vagas de estrangeiros: 55,44%).
2024: 1.144 vagas criadas (977 vagas de estrangeiros: 85,40%).
2025: 1.783 vagas criadas (703 estrangeiros: 39,42%).
2026: 327 vagas criadas em janeiro (120 estrangeiros: 36,7%)
Total: 8.113 vagas criadas (3.137 estrangeiros: 38,66%).
80% das vagas na indústria e comércio
Levantamento revela quanto cada segmento contratou e o percentual que representam, desde que foi criado o novo Caged em 2020.
Indústria: 3.862 vagas criadas (47,60% do total).
Serviços: 2.649 vagas criadas (32,65% do total).
Comércio: 1.069 vagas criadas (13,18% do total).
Construção: 532 vagas criadas (6,56% do total).
Agropecuária: 1vagas criada (0,01% do total).
Força de trabalho por segmento
Erechim mantém na formalidade, 41.735 trabalhadores em cinco segmentos. Veja a força de trabalho em cada um deles.
Indústria: 16.727 trabalhadores (40,08%).
Serviços: 14.051 trabalhadores (33,67%).
Comércio: 8.571 trabalhadores (20,53%).
Construção: 2.171 trabalhadores (5,20%).
Agropecuária: 215 trabalhadores (0,52%).
Indústria
Se recuperou em janeiro, depois de fechar 390 vagas em novembro e dezembro. Contratou 892 trabalhadores e demitiu 620, ficando com saldo positivo de 272 novos postos. Isso coloca a indústria como o melhor segmento nesse início de ano.
Serviços
Em janeiro, ficou em terceiro lugar entre os segmentos pesquisados. Criou 15 novas vagas de trabalho, com 594 contratações e 579 desligamentos. No ano passado, foi o segmento que mais contratou, ultrapassando pela primeira vez a indústria.
Comércio
O comércio registrou os piores números nesse início do ano. Fechou 47 vagas, com a admissão de 459 trabalhadores e demissão de 506. No ano passado oscilou bons e maus momentos.
Construção
A construção ficou em segundo lugar na geração de novas vagas de trabalho em janeiro. Contratou 227 pessoas e desligou de suas funções, outras 135. Isso representa um saldo positivo de postos de trabalho.
Agropecuária
A agropecuária é um segmento que movimenta cifras importantes, mas não refletem em números de empregos formais. Em janeiro teve saldo negativo de 3 postos de trabalho. Admitiu um trabalhador e desligou se suas funções, quatro.