A Cooperalfa por meio da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPA), promoveu na sexta - feira, 6 de março, uma palestra em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, reunindo colaboradoras presencialmente e de forma on-line. Com o tema “Florescer: Assumindo o protagonismo na minha história”, o evento buscou valorizar trajetórias, incentivar reflexões sobre autoestima e destacar o papel transformador das mulheres na sociedade e no ambiente de trabalho.
A programação foi aberta com as boas-vindas que destacou a importância da data como momento de reconhecer conquistas, fortalecer a identidade feminina e celebrar a força das mulheres que fazem parte da cooperativa. O presidente da CIPA, Everton Vieira, destacou em seu pronunciamento a relevância do evento e o impacto das mulheres no dia a dia da cooperativa. “É uma grande satisfação estar aqui com vocês para celebrar a importância que cada mulher tem, tanto na cooperativa quanto na sociedade. Quando falamos da mulher, reconhecemos o papel fundamental que exercem na família, como mães, filhas, esposas e líderes”, afirmou.
Everton ainda agradeceu à direção pela oportunidade de realizar a ação. Também incentivou as colaboradoras a aproveitarem o momento para refletir sobre suas próprias trajetórias e valores.
Mulheres líderes na família e na sociedade
O 2° vice-presidente, Edilamar Wons, também ressaltou a dedicação das mulheres e a necessidade de reconhecimento social. “Quando falamos de mulher, falamos de coragem e dedicação. Muitas vezes vocês se doam tanto à família e aos filhos que acabam esquecendo de si mesmas. Vocês são grandes líderes dentro da família e da sociedade, e precisam ser valorizadas”, destacou.
Wons lembrou ainda do papel feminino como mediadora de diálogos, destacando exemplos pessoais e reforçando que a sociedade ainda precisa avançar no respeito e na proteção às mulheres.
Já o 1° vice- presidente, Cládis Jorge Furlanetto, agradeceu a cada colaboradora que esteve participando do evento. “Neste Dia Internacional da Mulher, quero expressar o nosso respeito, a nossa gratidão e o nosso compromisso contínuo com a valorização feminina. Que cada uma de vocês se sinta reconhecida não apenas hoje, mas todos os dias, por sua força, sensibilidade, inteligência e capacidade de liderar”.
Autorresponsabilidade e amor próprio
A neuropsicanalista, mentora de relacionamentos, escritora e palestrante Luciana Conteratto, conduziu a palestra trazendo reflexões sobre autodesenvolvimento e o fortalecimento emocional. A abordagem destacou a autorresponsabilidade como ferramenta essencial para o florescimento pessoal. “Errar não é fracassar. Errar é aprendizado. Fracassar é desistir”, afirmou a palestrante. “Autorresponsabilidade é um dos maiores gestos de amor próprio. Ela liberta, cura, transforma relacionamentos, conecta você à sua identidade e impulsiona grandes realizações”.
Luciana também alertou sobre os impactos da falta de autonomia emocional, como frustração e perda de sentido, incentivando cada mulher a assumir sua história com coragem e consciência.
Durante uma fala voltada ao público feminino, a palestrante destacou o papel da mulher como líder, tanto no ambiente familiar quanto na sociedade. Segundo ela, apesar dos avanços observados nos últimos anos, ainda é necessário intensificar os movimentos em defesa da valorização e do protagonismo feminino.
Luciana destacou a importância da mulher assumir as próprias escolhas e consequências. “É um ato de amor-próprio, que contribui para a saúde emocional, promove liberdade e transforma relacionamentos. Ela acrescentou que, sem essa postura, muitos sonhos acabam sendo abandonados, dificultando a identificação do propósito e abrindo espaço para frustração e ressentimento”.
Na mensagem final a palestrante reforçou que assumir o controle da própria vida permite que mulheres alcancem grandes realizações. “Assumir a responsabilidade pela própria vida é libertador, cura e transforma”, disse. Ao encerrar sua participação, a palestrante convidou o público a celebrar o Dia da Mulher reconhecendo o valor de amigas e colegas. O gesto, segundo ela, reforça redes de apoio e afeto fundamentais para o desenvolvimento feminino.