A Comissão de Esporte da Câmara dos Deputados aprovou em 6 de dezembro de 2023, o projeto de lei que concedia o título de Capital Nacional do Rally ao município de Erechim. A iniciativa, proposta pelo senador Luis Carlos Heinze, foi relatada pelo deputado federal Afonso Hamm e seguiu para apreciação da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC)
Abertura de portas
Na época, o senador explicou que o projeto abriria portas para o desenvolvimento socioeconômico. “O rally injeta milhões de reais e movimenta economia regional. Do hotel até os equipamentos automotivos a atividade favorece a geração de emprego e renda. O título representa um justo reconhecimento”, destacou Heinze.
Valorização de Erechim
O deputado federal Afonso Hamm destacou no seu parecer a valorização da cidade de Erechim como um centro de esportes automobilísticos de renome nacional e internacional.
Projeto está parado
Passados 28 meses desta aprovação, Erechim ainda não pode utilizar o título “Capital Nacional do Rally”, pois está parado na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), que tem como relator o deputado federal Covatti Filho.
Mudanças nas regras
Em contato com a assessoria do deputado, repassaram que nos próximos dias haverá uma movimentação, pois ocorreram mudanças nas regras, alterando o fluxo e deixando mais moroso. O projeto sai da CCJC para uma Comissão de Mérito, para que seja realizada uma Audiência Pública (esse novo expediente que travou a tramitação para conceder o título para Erechim). Após cumprida essa etapa, retorna para a CCJC (antes era aprovado sem a necessidade da audiência).
Troca do relator
Outra mudança que deve ocorrer, é na troca do relator. Covatti Filho está pedindo afastamento de seu mandato por 120 dias, e em seu lugar assume Sérgio Turra, que terá a incumbência de solicitar a realização da audiência pública.
Histórico
Desde 1998, Erechim realiza o Rally Internacional, considerada pela Federação Internacional do Automóvel, como a maior e melhor prova da América do Sul. A proposição legislativa apresentada em 2020 acolheu o pleito de Marinês Rosa Ronsoni (PP), que era suplente de vereadora.