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Cultura

Amor pelo que faz

Músico erechinense comemora boa fase e destaca trabalho realizado em eventos sociais

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Clipe recentemente lançado contou com a participação da cantora erechinense, Hellen Rosa
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Por Najaska Martins - najaska@jornalbomdia.com.br
Foto Gustavo Franco

O músico erechinense Bira Caldeira comemora boa fase e destaca trabalho realizado em eventos sociais

Lançado há poucos dias, o novo clipe do erechinense Bira Caldeira com a participação de Hellen Rosa, marca a boa fase que o músico vive na carreira. Com direção de fotografia, imagens e edição de Gustavo Franco, o trabalho é um cover do hit Photograph, de Ed Sheeran, e já passa de 25 mil visualizações. Com o vídeo, o músico busca atingir o público alvo de seu novo momento de atuação, vislumbrando principalmente os eventos sociais. 
Com mais de 15 anos imerso no meio musical, ele acredita ter encontrado o foco do seu trabalho. Hoje, Bira marca presença em casamentos, formaturas, aniversários e corporativo, atuando com recepção musical e músicas durante as cerimônias, com um repertório bastante eclético. "Já tive várias experiências e todas foram importantes, porém, este novo momento tem sido especialmente importante, pois é trabalhando desta forma que sinto que me encontrei, que me sinto bem e a vontade com o que faço", pontua, destacando que a música é, além de passatempo, sua principal fonte de renda. 
A realização profissional, segundo ele, é fruto do carinho que o músico tem pelo que faz. "Se hoje alcancei um certo reconhecimento pelo meu trabalho, é porque faço o que gosto. Estou feliz trabalhando desta forma e acho que isso acaba transparecendo no resultado final. O amor pelo que faço tem me estimulado a buscar mais e isso tem sido extremamente importante nessa nova fase", pondera o músico, que projeta ainda a gravação de dois novos clipes nos próximos meses. 
Além do trabalho em eventos sociais, Bira também atua no CTG Sentinela da Querência, no qual ingressou no ano de 2002. "Sem dúvida falar do CTG também é falar de realização", destaca, citando as importantes premiações conquistadas recentemente com a entidade no mais tradicional evento gaúcho de dança tradicionalista, o Enart.

A descoberta do dom
Pela narrativa de Bira ao explicar como entrou no mundo da música, é impossível não pensar que o talento para a área nasceu consigo, embora tenha sido descoberto mais tarde. Sua aventura pela música começou quando seus pais lhe deram uma bateria, ainda na infância. O instrumento, porém, não lhe chamou tanto a atenção como o violão que um de seus primos utilizava durante as aulas de música. 
Ao olhar as partituras de uma canção e observá-la enquanto era reproduzida, Bira aprendeu sozinho a ler as notas e tocá-las no violão. "Lembro que passei o dia inteiro tentando, mas consegui", recorda. Depois disso, não parou mais. O talento foi aguçado com a entrada do músico no coral. "O maestro chegou a me perguntar se eu já cantava antes, mas na verdade era a primeira vez", pontua. 
Após se descobrir músico, Bira nunca mais parou e hoje, depois de uma década e meia, coleciona experiências e canções. Sobre o futuro, planeja seguir na música, mas é paciente. "Eu não almejo sucesso, mas realização. Eu faço o que gosto, estou feliz com meu trabalho e é isso que prezo. Talvez, futuramente, eu tenha outros planos, queira trabalhar de maneira diferente, compor, talvez... Mas cada coisa tem seu tempo e hoje é este momento que preciso aproveitar". 
Entre os motivos para sua realização, ele destaca, se referindo aos eventos sociais, a alegria de participar de momentos importantes na vida das pessoas. "Trabalhar em casamentos, por exemplo, é emocionante. É fazer parte da construção de um momento que marcará a história do casal. Muitas vezes nos pedem canções que marcaram suas vidas e, enquanto interpreto, é possível ver a emoção das pessoas. Isso é motivador, gratificante. Não há dinheiro que pague poder, através da música, promover este tipo de sentimento". 
 

Referências e preferências

Bira destaca que tem como suas referências os músicos Michael Bublé e John Mayer. Questionado sobre preferências, ele é enfático. "Sou muito eclético, mas se tem uma coisa que não gosto é de música velha. Eu toco apenas quando não tenho como fugir disso", ressalta ao destacar que "o universo musical é tão vasto, que é praticamente um desperdício se prender apenas em músicas velhas, tendo tantas produções maravilhosas sendo criadas a cada dia". 

O trabalho do músico pode ser conferido em sua página no Facebook, ou em seu site www.biracaldeira.com.br

Confira o clipe recém lançado do músico, com a participação de Hellen Rosa:

 

 

 

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