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Cultura

A visão da imprensa por quem faz jornalismo

Estação Bota Amarela realizou o debate sobre “Comunicações em Erechim” no final da tarde de sábado (17) na Frinape

O diretor executivo do Grupo Bom Dia ressalta que o jornalismo caminha para multiplataformas
Estação Bota Amarela realizou o debate sobre Comunicações em Erechim
Por Igor Dalla Rosa Müller
Foto Igor Dalla Rosa Müller

A sala Estação Bota Amarela realizou o debate sobre “Comunicações em Erechim” no final da tarde de sábado (17) na Frinape. O evento reuniu diferentes profissionais do setor de comunicação, empresários, que foram mediados pelos jornalistas Ademar Costa e Maria Lúcia Carraro Smaniotto. O Grupo Bom Dia esteve presente no debate sendo representado pelo diretor executivo, Hélio Rubem Correa da Silva e o jornalista Rodrigo Finardi.    

Maria Lúcia fez um resgate da história da imprensa em Erechim, e ressaltou que o jornalismo é fundamental para que haja uma sociedade democrática, preservando sempre a liberdade de imprensa.

O advogado Jorge Goelzer, admirador e colaborador da imprensa escrita, rádio e TV, disse que a comunicação atinge a todos independente da profissão e que a comunicação tem a tendência “natural” de evoluir. “Comunicação é essencial para todos nós”, afirma.

Goelzer enfatizou que os veículos de comunicação locais cresceram muito nos últimos anos. “Devo fazer esse reconhecimento”, destaca. E, acrescenta, que os meios de comunicação locais, em tempos de fake news (notícias falsas), tem primado pela informação de qualidade, pelo bom jornalismo.    

Quando os mediadores perguntam sobre a relação da imprensa com a internet e as suas consequências, o diretor executivo do Grupo Bom Dia, Hélio Rubem Correa da Silva, afirma que a notícia não muda e que os avanços tecnológicos vieram para somar ao que hoje existe.

Hélio cita o exemplo do jornalismo impresso, que está crescendo, segundo a experiência da sua empresa, e que a tecnologia oportunizando chegar em localidades que antes não tinha acesso.

O diretor executivo do Grupo Bom Dia ressalta que o jornalismo caminha para multiplataformas, integração entre site, aplicativos, TV e jornal impresso. “O momento é multiplataforma sem desmerecer nenhuma forma de fazer jornalismo”, observa.

Hélio lembra que muito se falava que a rádio ia acabar com o advento da televisão, mas isso não ocorreu. “Está muito viva”, afirma.

Lembra também que conviveu com importantes profissionais da rádio e do jornalismo impresso, e que era comum se encontrar de vez em quando para debater a situação dos meios de comunicação de Erechim. E, que essas pessoas “maravilhosas” o inspiraram a investir na comunicação.

O empresário da comunicação ressalta que tem investido continuamente nesse segmento. “É muito trabalho, trabalho, investimento e acreditar”, enfatiza. O Grupo Bom Dia tem hoje 90 famílias envolvidas em todos os seus segmentos de atuação.

Hélio enfatiza que todas as formas de fazer jornalismo vão sobreviver, mas com multiplataformas. “Todos terão seu espaço”, conclui.

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