No próximo sábado (1º de junho) acontece a eleição do novo diretório e a nova executiva dos Progressistas. A convenção foi adiada por duas semanas pela falta de acordo entre os membros, e principalmente de quem seria o presidente.
Correção de rumo
Ao longo dos últimos 10 dias conversei com vários Progressistas, para tentar entender o que aconteceu, e ouvi de tudo. Os mais antigos estavam apreensivos com os rumos que estavam tomando. E o adiamento foi para desarticular um grupo que vinha se formando.
Feridas ficarão abertas
Devagarinho as coisas foram se ajeitando, mas, feridas ficarão abertas por um longo tempo. Tudo caminha para José Rodolfo Mantovani ser o novo presidente. Ele não confirma. Afirma que esse assunto está em aberto que o objetivo primeiro é eleger o novo diretório. O atual presidente Reginaldo Bolis afirma que não quer fazer parte da Executiva.
O que está em jogo
O que está em jogo nessa eleição partidária é a permanência do partido no atual governo. E uma frase que ouvi ontem reforça o adiamento da escolha: “quem ganha com a eleição dos Progressistas é o Schmidt”. Antes, na data anterior, isso não era garantia.