Os Progressistas de Erechim, depois de uma longa disputa interna, elegeram sua nova executiva no último sábado (8) na Câmara de Vereadores.
Duas chapas disputavam o comando da sigla. Uma encabeçada por José Rodolfo Mantovani e outra por Kaká Cofferi. A velha guarda e uma chapa mesclada.
Chacoalhão no partido
Por mais que teve atrito ao longo deste período (meados de maio quando foi suspensa a escolha do diretório), serviu para movimentar o partido. Tirou muitos da zona de conforto. Serviu para oxigenar um partido que vem muito quieto ultimamente, e que tem grande história em Erechim.
Presença maciça do diretório
Dos 45 titulares aptos a votarem, 42 compareceram. Desta forma, 3 suplentes votaram. E o resultado final foi 27 a 17 para José Mantovani e um voto em branco.
O candidato derrotado, Kaká Cofferi em sua fala reforçou que não sairá do partido e colocou o nome para provocar, chacoalhar o partido, discutir política
Voltar a ser protagonista
Já Mantovani reiterou o papel do partido estar unido e com harmonia para os desafios que vem pela frente, principalmente as eleições municipais. Os Progressistas querem voltar a ser protagonistas nos pleitos.
Atualmente o partido faz parte do governo de Luiz Francisco Schmidt, mas é prematuro afirmar que possam estar juntos no ano que vem.
O desabafo de quem sai
O presidente que deixou o cargo, Reginaldo Bolis, em seu discurso de despedida, fez questão de frisar, que o partido não fechou em suas mãos como alguns disseram e que tentou fazer uma gestão aberta e que talvez hoje seria diferente. Foi um desabafo.
Cinco ex-presidentes
A chapa de Mantovani era de peso, com cinco ex-presidentes compondo a executiva. Uma derrota, seria acachapante nesse momento. Não deu zebra.