José Mantovani assume os Progressistas de Erechim para os próximos dois anos com um grande desafio. Rejuvenescer um partido que será comandando pela velha guarda, que muito contribuiu com Erechim.
Por pouco uma térmica não criou asas
Nas eleições de 2016, depois das convenções no dia 5 de agosto, uma sexta-feira, no domingo (7) uma reunião dos partidos que apoiaram Luiz Schmidt quase teve dissidentes. Foi quando os Progressistas sugeriram coligar na proporcional com o PSDB, que não queria. Na cabeça dos tucanos, que o PP (nome da época) queria usar a sigla para eleger dois vereadores: José Mantovani e Eni Scandolara. Acabaram se acertando e por pouco uma térmica não criou asas, antes da paz reinar.
Os novatos
Mas quando abriram as urnas, dois novatos tucanos engoliram os Progressistas: Renan Soccol e Emerson Schelski. A estratégia do PP não deu certo. Fez um vereador dos votos, Eni Scandolara.
Sem proporcional, aumenta o desafio
Por que relembrei essa história? Já escrevi na abertura desse texto. A velha guarda que agora assume os Progressistas tem o desafio de rejuvenescer o partido. Ainda mais pelo fato de que não tem mais eleição na proporcional. Terão que ter nominata própria.