Esse momento encardido que vive Erechim, na seara política, no meu entender, é um choque de gerações. Os novos não querem rezar na cartilha dos antigos. E os antigos não querem largar assim, de mão beijada. Desta forma, os atritos são inevitáveis e algumas coligações não avançam.
Em jogo, histórias já escritas e histórias a serem escritas. Os jovens políticos, como se vê nos movimentos, querem fazer dessa eleição um divisor de águas e não esperar mais para ter seu espaço na política local.