Nos últimos dias, a pressão é muito forte sobre dois nomes, para que desistam de suas candidaturas. Um é Tiago The Police (PRTB), que teve seu nome confirmado no último sábado. E Cláudio Pagliosa (PL), que define hoje à noite sua situação. Existe um pré acerto que coloca Pagliosa (PL) com Marinês Ronsoni (Progressistas) numa chapa com apoio do Dem e do PSL.
O vice que ainda não apareceu
Já o governo, após a saída de Roberto Fabiani (PSDB) da disputa, tem em Marcos Lando (PDT) o candidato. Que não tem vice definido. Como os Progressistas estão no governo, um grupo quer Marinês como sua vice, mas ela pretende cumprir o acordo já firmado. Então surge o nome do vereador Flávio Barcellos (Progressistas) para ser o vice de Lando. Mas ele nega qualquer tratativa. Outro nome que está esperando as definições é Kaká Cofferi (PSL), que também pode aparecer como vice de Marcos Lando, caso o intento de alguns Progressistas não avance.
PL deve colocar candidato com ou sem os Progressistas
O PL, que tem a nível nacional uma normativa de colocar o maior número possível de candidatos, espera pelo sim dos Progressistas, caso contrário, buscará outro vice e irá para disputa, mesmo com a pressão nessa reta final.
Monitorar movimento e a voz rouca
Claudio Pagliosa acredita que esse é momento de monitorar os movimentos até as últimas horas: “transformações são realizadas pelos menores grupos, levados pelos grandes grupos”, comenta.
O presidente do PDT, Gilmar Fiebig, afirma que é momento de muita conversa, até a definição: “estou quase rouco”, salienta.
“Todos estão esperando os Progressistas”
Membro com voz ativa nos Progressistas ressalta que gostaria de ver todos os partidos juntos, mas sabe que o momento é muito difícil, por ser uma construção tardia, e que deveria ter começado antes: “todos estão esperando os Progressistas. Serão horas de expectativa”.