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Política

Duas coligações no último dia e quatro candidatos a prefeito em Erechim

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Durante a convenção dos Progressistas duros discursos, como do presidente Narciso Paludo, que pediu
Por Rodrigo Finardi
Foto Rodrigo Finardi

Quando demoram para tomar decisões, os partidos correm o risco de perderem apoios ao longo da caminhada até a definição dos nomes. E Erechim, foi assim. Um verdadeiro enredo de série espanhola da Netflix, que muda o final a cada capítulo, deixando vítimas pelo caminho, muitas vezes sem respostas convincentes. E ao longo das últimas semanas foi assim nas composições entre PL, Progressistas, PDT e PSDB.  

Primeiro foi o PSDB, que acabou abrindo mão da candidatura de cabeça de chapa, com a desistência de Roberto Fabiani, para buscar o consenso do grupo de partidos de situação. Desta forma, o prefeito Schmidt abriu apoio para seu vice, Marcos Lando (PDT), que saiu em busca de um vice. Já havia flertado com o PT, mas não avançou.

Nesse meio tempo, os Progressistas se aproximaram de Cláudio Pagliosa (PL) e indicaram a vice, Marinês Ronsoni, que já havia sido fritada nas eleições do partido no ano passado, e quase deixou a sigla. Agora, mais uma vez ela foi deixada de lado, depois de andar por vários locais com Cláudio Pagliosa (PL).

A reunião dos Progressistas na noite de ontem (16), foi tensa. Mas não tanto, como o grupo de WhatsApp na noite de terça-feira (15), e ao longo da quarta-feira (16), quando veio à tona que a velha guarda estava ligando para os filiados para votarem em Marcos Lando (PDT), como candidato à prefeito.

Desta forma serão quatro candidaturas: Paulo Polis (MDB) e Flávio Tirello (PSB); Tiago The Police e Roberto Lucas (PRTB com chapa pura; Marcos Lando (PDT) e João Aleixo Bruschi (Progressistas) e Cláudio Pagliosa (PL) e Kaká Cofferi (PSL).

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