Diante de todo o contexto que estamos vivendo, de uma crise econômica desafiadora para todos, é inevitável que se abata sobre Erechim. O retorno da alíquota do ICMS aos percentuais antigos será melhor para os empresários, mas deixará de entrar nos cofres públicos, caso o governo gaúcho consiga manter, em torno de R$ 6 milhões em 2021. Atrelado a isso, tem a redução de faturamento das empresas e a possibilidade do fim do auxílio emergencial por parte do governo federal.
Uma bomba nas mãos
Definitivamente é uma bomba nas mãos do próximo prefeito, que ainda lida com efeitos da pandemia, que volta a ganhar força em países da Europa, e não se sabe como será o comportamento no Brasil.
Cenário obscuro
Frente a esse cenário obscuro, os gestores precisarão te pulsos de ferro para lidar com a situação. Será necessária uma ampla reforma administrativa, diminuir cargos de confiança e funções gratificadas, agregando mais serviços em uma função. Não tem jeito, terá que ser feito, caso contrário, poderá faltar recursos para necessidades básicas do cidadão erechinense.
No futuro não poderá culpar ninguém
O gestor precisa ter visão desde o primeiro dia de governo, se adaptando à nova realidade pós pandemia. A prefeitura de Erechim não tem dívidas, tem as contas sanadas, e o próximo prefeito, tem que seguir nessa linha que vem sendo construída há anos, por várias gestões. No futuro, não poderá culpar esse ou aquele caso as coisas não derem certo. Precisa chegar ao final do mandato e dizer: “nós conseguimos atravessar essa crise”. É o que todos erechinenses esperam de seu funcionário número um. E o peso da máquina pública não pode recair sobre os ombros do contribuinte.