O cálculo para eleger vereador é complexo, e a população nem sempre entende, por que os mais votados nem sempre são eleitos. E com a nova regra vigente, Erechim experimentou uma conta a mais. O PCdoB fez no total 2.432 votos entre todos os candidatos. O Solidariedade fez mais, num total de 2.713 votos. Mas foi o PCdoB que elegeu Sandra Picoli, pois o mais votado do Solidariedade, Márcio Pavoni, fez 312 votos, e não atingiu a cláusula de barreira de 10% do quociente eleitoral.
Quociente eleitoral
O quociente eleitoral foi de 3.339 votos, que é calculado pelo número de votos válidos (56.767), dividido pelo número de vagas que são 17. Desta forma, ninguém poderia ser eleito com menos de 334 votos (10%).Pavoni ficou fora por 22 votos
Desempenho individual
A seguir o desempenho por partido na Câmara de Vereadores de Erechim (com votos de legenda) e o número de cadeiras conquistadas
MDB: 12.460 votos (21,63%) – 5 cadeiras (duas na sobra).
PSDB: 7.033 votos (12,21%) – 3 cadeiras (uma na sobra).
PSB: 5.859 votos (10,17%) – 2 cadeiras (uma na sobra).
PT: 5.047 votos (8,76%) – 2 cadeiras (uma na sobra).
Republicanos: 4.510 votos (7,83%) – uma cadeira.
Progressistas: 4.452 votos (7,73%) – uma cadeira.
PTB: 4.332 votos (7,52%) – uma cadeira.
PDT: 3.548 votos (6,16%) – uma cadeira
Solidariedade: 2.713 votos (4,71%) – nenhuma cadeira, eliminado pela cláusula de barreira.
PCdoB: 2.432 votos (4,22%) – uma cadeira na sobra, pelo quociente político, e não eleitoral.
DEM: 1.435 votos (2,49%) – nenhuma cadeira.
Cidadania: 1.329 votos (2,20%) – nenhuma cadeira.
PL: 1.161 votos (2.02%) – nenhuma cadeira.
PRTB: 722 votos (1,25%) – nenhuma cadeira.
PSL: 578 votos (1%) – nenhuma cadeira.