Sempre que troca o governo, ocorre uma recomposição na Câmara de Vereadores. Quem era situação vira oposição e vice-versa. Um dos vereadores de Erechim, Renan Soccol, único nome dos Progressistas nessa Legislatura, que era governo, mas mantinha um perfil independente em alguns pontos de acredita ser cedo para uma análise do novo governo
Destaques positivos
Porém já tece alguns comentários sobre o que aconteceu nesse mês de janeiro, com quase 20 dias de governo. Destaca como positivo a movimentação do governo e agilidade nessa largada e também a instantaneidade dos atos do Executivo: “está se comunicando melhor esse setor, apesar de não ter ainda projetos concretos”.
Destaques negativos
Mas algumas coisas deixam Renan preocupado. Segundo ele, não deveria se buscar empréstimos para conclusão do Distrito Industrial David Zorzi: “é importante para a economia esse interesse e aproximação do empresariado, mas não se justifica buscar dinheiro em banco, com recurso em caixa aplicados”.
“PPP é o caminho para o futuro”
Em conversa com o prefeito Polis, Renan diz que ele falou das parcerias público privadas: “tem meu apoio, pois no futuro não teremos condições de contratar novos servidores e a contratação de pessoas jurídicas é o caminho”.
A maior decepção
A maior decepção para o vereador foi a decreto do turno único. “A gente não pode querer agradar apenas os servidores. Sua votação foi muito grande e muita gente que votou no governo não aceita essa medida para o ano inteiro”.
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“A liberação do projeto não caiu de paraquedas”
O anúncio do governo atual de Erechim sobre o projeto elétrico do novo Distrito Industrial, na saída para Concórdia, deixou alguns membros da gestão passada incomodados. Um deles me disse que todas as obras que o Schmidt inaugurava e tinha iniciado na outra gestão convidava o ex-prefeito para participar: “esqueceram de mencionar quem encaminhou o projeto. A liberação do projeto não caiu de paraquedas, foi iniciado em determinado momento, para se chegar a esse momento”.