Na coluna de ontem (24), publiquei uma matéria que a região da AMAU e da Amunor foram esquecidas pelos deputados federais da bancada gaúcha, na destinação das emendas para infraestrutura, em definição divulgada na terça-feira. Mesmo a região sendo a que mais tem município sem acesso asfáltico em todo o território gaúcho.
Terra de todos
Numa análise simplista e sem rodeio, se trata da falta de representatividade política da região, que a cada eleição vota em mais de 300 candidatos, e nunca elege os seus. A repercussão foi muito grande em Erechim e região. Recebi dezenas de mensagens sobre o tema, e quase de forma unânime, acreditam que a região padece por reflexos da velha política.
Não teve a segunda reunião
No passado, em 2004, os principais partidos de Erechim sentaram à mesma mesa para buscar um consenso em nomes. Não teve a segunda reunião, pois todos queriam indicar os candidatos.
A importância das entidades representativas
E a partir desse exemplo de 2004, é possível entender o que não se pode fazer. As entidades representativas precisam se unir antes e não alguns dias antes do pleito, para apoiar candidaturas regionais. Essa chancela é fundamental.
O nome num segundo momento
Nesse primeiro momento, o que menos importa é o nome, e sim criar um conceito na população e mostrar a importância da região ter os seus representantes, com discurso proativo. E isso, é para ontem, caso contrário, só em 2026.