As sessões ordinárias da Câmara de Vereadores, em função das restrições da bandeira preta, só podem ser vistas pelo YouTube (TV Câmara). E uma discussão, uma votação, vai além do que se vê na telinha. As articulações começam a ser conhecidas após as decisões tomadas e projetos aprovados ou não.
Foi assim na segunda-feira (15), quando a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), por 4 a 3, tinha derrubado dois projetos (Executivo e Legislativo), que concediam reposição de 4,56%. Foi fundamental a articulação do líder de governo, vereador Fifo Parenti (MDB) e da presidente Ana Oliveira (MDB) junto ao Executivo, que buscou embasamento no Regimento Interno.
Desta forma, foi possível apreciar os dois projetos em plenário, o que garantiu a reposição aos servidores públicos, CCs e FGs. Sem essa articulação, os vencimentos ficaram os mesmos, desde 2019.