Mesmo sem ter bandeiras de partidos nos manifestos, é evidente o uso político dos atos em si. Estou me referindo, nesse caso, exclusivamente a Erechim. A busca por ser o representante da direita em Erechim. Ausências citadas no manifesto, deixam muito claro isso. É uma disputa por espaço.
Disputa interna se acirra
E essa disputa interna com grupos de direita se acirram a cada manifesto. Quem queria falar não falou, quem falou não deveria falar e assim por diante. Troca de mensagens nos dias que antecederam o manifesto e depois, demonstra um desalinhamento nos propósitos cívicos do ato.
Apolítico e político
Em outros que virão – esse não foi o último manifesto -, é possível ter dois grupos na organização. Apolítico para os grupos externos, e político para interesses futuros. E é do jogo.