Em função da pandemia, desde o ano passado, meu trabalho foi na sua grande parte, realizado por telefone e whatsapp, respeitando as medidas sanitárias. Agora, já vacinado com as duas doses contra a covid, começo a sair mais e fazer o que mais gosto, que é o jornalismo in loco, na rua, olho no olho.
Sensibilidade feminina
Na manhã de ontem, 15, estive na Câmara de Vereadores e conversei longamente com a presidente Ana Oliveira. Logo na entrada do prédio notei a sensibilidade feminina em vários detalhes. Entre elas o controle de quem entra no Legislativo. É solicitado um documento e é feita uma foto do visitante e te encaminham para o local desejado, após fazer contato. Não é mais a ‘Casa da Mãe Joana’, onde todos mandam, sem organização onde cada um faz o que quer.
Detalhes alheios à gestão política
Até o cafezinho mudou. Não é mais colocado de forma livre. As térmicas foram trocadas por máquina de café, sem recursos públicos, cotizados pelos funcionários da casa. Esses são detalhes alheios à gestão política da casa, mas não menos importantes para seu bom funcionamento.
Economicidade
O resumo da conversa com Ana foi a economicidade do Legislativo, talvez o que menos gasta do que tem direito. Ao longo de 2021, será consumido praticamente 50% do que poderia ser utilizado. E ao final do exercício, sobrará mais R$ 5 milhões, e Ana garante que parte desses recursos serão repassados para a construção na nova sede do Banco de Sangue do Alto Uruguai Gaúcho, junto a UPA