Recentemente conversei com Marcos Lando, que concorreu a prefeito de Erechim, como candidato do governo. Não reclamou de ninguém, mas senti mágoas pela demora em definir pelo seu nome, quando o prefeito Schmidt assumiu e disse que não concorreria.
Após a conversa, saí com a impressão que era uma questão de tempo, para ele deixar o PDT. E esse dia chegou. Até escrevi que ele poderia concorrer a deputado federal e não mais a estadual.
E isso está se encaminhando. Após conversa com o presidente estadual do PL, deputado federal Giovani Cherini e outras lideranças do partido, acabou deixando as fileiras trabalhistas e deve concorrer na região em dobradinha com Paparico Bacchi, que buscará a reeleição para deputado estadual.
Agora no mesmo partido, o 2º colocado nas eleições de Erechim em 2020, Marcos Lando e o quarto colocado, Cláudio Pagliosa. É uma mexida forte no tabuleiro eleitoral
Lando foi vereador por vários mandatos, vice-prefeito, candidato como suplente de senador e agora buscará um mandato para a Câmara Federal. Junto com ele, deve vir dezenas de novas filiações, que acabam fragilizando ainda mais o PDT, após as eleições do ano que vem