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Política

Mais de uma dezena de candidatos a deputado estadual na região

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É justo o intento de cada candidato para construir sua carreira política. Porém, além de termos pouc
Por Rodrigo Finardi
Foto Divulgação/ALRS

Faltando menos de um ano para as eleições gerais de 2021, o Alto Uruguai, pelas especulações iniciais, tem mais de 10 candidatos, para disputarem as 55 vagas para compor a Assembleia Legislativa a partir de janeiro de 2023.

E atrelado o apoio de partidos para candidatos de fora da região, a chance de sucesso se diluiu drasticamente. Os postulantes terão que buscar votos fora da região, para lograrem êxito. Atualizo os possíveis candidatos que podem estar na disputa. E com o passar do tempo, essa lista tende a diminuir, em função de alianças estaduais e fusões de partidos em federações (nova regra eleitoral que vale para o próximo ano).

MDB

Ana Oliveira, atual presidente da Câmara de Vereadores e que foi vice-prefeita por oito anos, pode estar na disputa. Porém o partido, no início de dezembro, quando anunciará quem será o candidato ao governo gaúcho, deve se posicionar se será Ana Oliveira ou Gilberto Capoani que busca a reeleição para deputado estadual.

Republicanos

Ernani Mello deixou a Secretaria de Desenvolvimento Econômico em setembro, para se dedicar a sua empresa e também a candidatura. A coordenação regional do partido, também está trabalhando com mais um nome no Alto Uruguai que é a deputada estadual Fran Somensi, que busca a reeleição.

Progressistas

Renan Soccol, que está em seu segundo mandato no Legislativo, e foi eleito presidente dos Progressistas se colocou à disposição para concorrer a deputado estadual. Foi o único dirigente partidário, que, falou publicamente que se os partidos quiserem sentar, para discutir um nove viável para deputado federal.

PTB

Claudemir de Araújo, vereador de terceiro mandato e que já concorreu ao cargo em 2018, pode estar no pleito novamente. Porém tem um asterisco, o fato de poder estar trocando de partido. Especula-se que seu destino possa ser os Progressistas, que já tem pré-candidato.

 

PT

Recentemente elegeu a nova coordenação regional, que está discutindo internamente quem será o nome. Tem o ex-deputado Ivar Pavan, o vereador Serginho, e o suplente de vereador Paulão. A ex-prefeita de Itatiba do Sul, Adriana Tozzo é uma outra opção, mas está revendo essa situação.

 

PSDB

Quem mostra vontade de concorrer é o ex-secretário de Obras, Vinícius Anziliero. O novo presidente do partido, Emerson Schelski, quer trabalhar outro nome para concorrer. Pelo andar da carruagem esse nome deve ser do deputado estadual, Mateus Wesp, de Passo Fundo. Partido quer lançar dobradinha com ele, indicando o candidato a federal (Jackson Arpini).

PDT

O ex-deputado Gilmar Sossella (Tapejara) sempre fez votos aqui e teve apoio do partido. Com cargo de visibilidade no Banco do Brasil (funcionário de carreira do banco), pode estar retornando a vida pública. Com a disputa interna da coordenadoria do partido, seu candidato, Alencart Loch, saiu vitorioso, consequentemente saiu fortalecido desse processo.

PL

O atual deputado estadual Paparico Bacchi, de São João da Urtiga, irá à reeleição. Ele trouxe seu domicílio eleitoral para Erechim e é o presidente municipal do partido. Com o ingresso de Marco Lando (ex-vice-prefeito de Erechim), farão uma dobradinha.

Sem partido

Tiago The Police concorreu a prefeito nas últimas eleições municipais em Erechim e ficou em terceiro lugar. Após o pleito sempre afirmou que iria concorrer a deputado estadual. Está sem partido, deixou o PRTB, e aguarda a decisão do deputado federal Sanderson (natural de Erechim), que pode estar deixando o PSL. Ingressarão no mesmo partido.

Outros partidos

Outros partidos sem representatividade na Câmara de Vereadores, não apontam, por enquanto, que podem ter nomes concorrendo: Cidadania, Democratas, Solidariedade, Novo, PSD e PSL. E ainda o PSB, que tem vereador, Ale Dal Zotto, que irá concorrer a deputado federal.

 

Pensamento retrógrado

É justo o intento de cada candidato para construir sua carreira política. Porém, além de termos poucos votos, já tem gente de vários partidos acertados com candidatos de fora, infelizmente. São ingredientes incrustrados na maneira de votar do Alto Uruguai e dos partidos fazerem política, fazendo com que as chances de cada um, sempre diminua. O velho pensamento retrógado de líderes políticos que preferem aniquilar o inimigo político do que pensar na região.

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