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Política

Transbrasiliana fora do orçamento da União para 2022

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Senador Luis Carlos Heinze trouxe a informação para delegados da assembleia da Cotrel
Por Rodrigo Finardi
Foto Rodrigo Finardi

O senador gaúcho Luis Carlos Heinze (Progressistas) esteve em Erechim na quinta-feira (4) e participou de dois momentos, no Polo de Cultura.

Pré-candidatura e ações do agronegócio

No primeiro momento, com os delegados da Cotrel, em assembleia da cooperativa, aproveitou e falou sobre suas ações para o agronegócio e também da sua pré-candidatura ao governo do RS nas eleições do ano que vem.

Público de produtores rurais

Após seu pronunciamento, para um público composto em sua maioria por produtores rurais, respondeu algumas perguntas. Uma delas foi sobre a execução da obra da Transbrasiliana, uma novela que se arrasta há décadas, fundamental para o desenvolvimento regional e para escoar a safra de vários municípios.

A BR 153, mais uma vez, ficou para depois...

A informação repassada pelo senador foi uma ducha de água fria em todos. A obra não será incluída no Orçamento da União, por atraso na execução do projeto técnico pela empresa mineira contrata, e quem sabe, só no orçamento de 2023. E sabe-se pela história, que sempre após um ano eleitoral, o que é devagar, fica mais lento. Não deve ocorrer.

Planilhas do Dnit mostram o atraso

Documento que a coluna teve acesso, do Dnit, mostra o atraso da empresa contratada para fazer o estudo técnico da Transbrasiliana, que deveria ser concluído agora em novembro, mas várias etapas ainda não foram entregues para o órgão, o que impede de colocar no orçamento federal para o próximo ano.

Encontro partidário

Num segundo momento se reuniu com lideranças dos Progressistas, também no Polo de Cultura, em reunião comandada pelo presidente do partido em Erechim, Renan Soccol, que é pré-candidato a deputado estadual.

O apoio do presidente, ou não

Entre um evento e o outro, Heinze concedeu um tempo para a imprensa, de forma individual. Fiz-lhe uma única pergunta: “se Bolsonaro for para os Progressistas, irá lhe apoiar no Estado, caso contrário, o presidente apoiará seu ministro Onyx Lorenzoni para o governo gaúcho. Se isso acontecer aceitaria ser ministro?”. Respondeu ser muito cedo, para falar disso ainda. Preferiu não falar sobre essa possibilidade.

 

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