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Política

Partidos de direita se reúnem, mas não chegam a acordo de nomes

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Alcides Mandelli Stumpf, Carlos Nejar e Jaci De Lazzari na abertura da exposição "Babel (In) Finita,
Por Rodrigo Finardi
Foto Rodrigo Finardi

Passado o período da janela partidária, para novas filiações, para estarem aptos a concorrer para a Câmara de Vereadores nas eleições de 6 de outubro, candidaturas a majoritária voltam a ser assuntos nas rodas políticas.

A importância da pré-campanha

Duas candidaturas já estão postas (Paulo Polis e Flávio Tirello – MDB e PSDB; e Anacleto Zanella e André Jucoski – PT e PDT), e com pré-campanha na rua, que é muito importante, pois o período eleitoral é curto, de apenas 45 dias. Esse período é fundamental para dar visibilidade, solidificar e dar corpo aos concorrentes. Deixar para última hora é uma estratégia arriscada, pois tem etapas numa campanha que não podem ser atropeladas.

Os nomes que podem estar na majoritária

Os partidos de oposição, com perfil de direita, se reuniram na última quarta-feira, 10, à tarde. Estavam presentes três nomes, e desses sairá mais uma candidatura: Ernani Mello (PL), Renan Soccol (Progressistas) e Anaximandro Zambonatto Pezzin (Republicanos). Representantes do Podemos e do Novo, não estiveram presentes.

Nova rodada de conversa

A reunião foi para tentar chegar num acordo de quem irá concorrer a prefeito e vice-prefeito. Mas ainda não se acertam. Nova rodada de conversas acontece nos próximos dias. Conversei com os três que estavam na reunião.

O que dizem os possíveis candidatos

Ernani Mello, que é vice-presidente do PL, disse que “teremos mais uma reunião até o final de semana para encaminhar os nomes. Por enquanto, nada definido, nem o candidato à prefeito e nem a vice-prefeito”.

O vereador Anax Pezzin, que não concorre à reeleição, disse à coluna que irá trabalhar incessantemente para manter a unidade entre esses partidos.

O presidente dos Progressistas, o vereador Renan Soccol diz que a reunião foi produtiva, porém sem definição: “melhor construir algo consensual e viável do que se apavorar e construir uma conjuntura frágil”, pontuou.

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