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Política

Entidades criticam a morosidade e ineficácia das medidas do governo federal

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Presidente do Instituto Unimed RS, Alcides Mandelli Stumpf e o presidente da Federasul, Rodrigo Sous
Por Rodrigo Finardi
Foto Divulgação

O "Tá na Mesa" realizado nesta quarta-feira (12), em Porto Alegre, reuniu economistas de diversas entidades do RS a fim de avaliar o cenário econômico frente à catástrofe climática que assolou o estado. Entre os presentes, esteve o presidente do Instituto Unimed/RS, Alcides Mandelli Stumpf. Evento da Federasul marcou a retomada das atividades presenciais após 39 dias das enchentes.

Enfático nas críticas

Economistas descreveram os efeitos devastadores da catástrofe climática no RS e criticaram a morosidade e ineficácia das medidas do governo federal. Rodrigo Sousa Costa, presidente da Federasul, foi enfático em suas críticas, destacando o que classificou de “a falta de ações resolutivas e a necessidade de um apoio mais efetivo do governo federal”.

Paralisação de atividades e a logística

Dado da Fiergs mostram que 36% das indústrias foram muito afetadas pelas enchentes, com 44% paralisando completamente suas atividades. O maior problema enfrentado pelas indústrias é logístico, devido à destruição de estradas e pontes.

Queda significativa na atividade econômica

Lucas Schifino, da Fecomércio-RS, destacou que as medidas do governo federal ignoram empresas indiretamente afetadas pela catástrofe, resultando em prejuízos estimados em mais de R$ 20 bilhões.  Oscar Frank, da CDL-POA, apresentou dados do setor de varejo, mostrando uma queda significativa na atividade econômica e criticou a insuficiência das medidas governamentais.

 

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