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Cultura

Erechim abre exposição “Memória, Orgulho e Identidade” e inicia comemorações dos 40 anos do MuRAU

Mostra integra o Dia Estadual do Patrimônio Cultural e valoriza as religiões de matriz africana no Rio Grande do Sul

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Exposição Memória, orgulho e identidade.jpg
Por Assessoria
Foto SKOPO MEDIA

Na tarde de quarta-feira (13), o Museu Regional de Ciências do Alto Uruguai (MuRAU) abriu ao público a exposição “Memória, Orgulho e Identidade”, projeto viabilizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB). A mostra marca o início oficial das comemorações dos 40 anos do museu, que atualmente se apresenta como Espaços de Bioinspiração, Bioinovação e Bioconexão.

Com fotografias assinadas por Diogo Zanatta, a exposição propõe reconhecer, valorizar e preservar manifestações das religiões de matriz africana, presentes na cultura e na história do Rio Grande do Sul, mas ainda pouco visíveis. Entre março e abril, seis terreiros foram visitados nas cidades de Passo Fundo e Carazinho, resultando em um conjunto de imagens que registram memórias, rituais e histórias dessas comunidades.

A abertura reuniu autoridades, representantes culturais e parceiros do projeto, como o Movimento Étnico-Cultural dos Negros, a Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI) e a Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Economia Criativa. Entre os presentes estavam a vereadora Sandra Regina Picoli, o diretor de Cultura Deloan Perini e o diretor acadêmico da URI, professor Adilson Stankiewski.

Além das fotografias, o público teve acesso a um glossário ilustrado com termos e expressões das religiões afro-brasileiras, distribuído gratuitamente em escolas e espaços culturais, e também disponível online.

Integrando a programação oficial do Dia Estadual do Patrimônio Cultural, a mostra pode ser visitada até 20 de setembro, nos três turnos de funcionamento do MuRAU, com entrada gratuita. Os visitantes são convidados a registrar sua presença no livro de assinaturas, contribuindo para a avaliação do impacto do projeto.

Após Erechim, a exposição segue itinerante para Carazinho e Palmeira das Missões, ampliando o alcance da mensagem de respeito, reconhecimento e valorização das tradições afro-brasileiras.

 

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