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Especial

Aprendizado para diminuir a insegurança e ampliar a liberdade feminina

Cristiane Coelho Delavechia ministra aulas de defesa pessoal
Por Amanda Mendes
Foto Divulgação

O Dia Internacional da Mulher além de recuperar o histórico da luta feminina por direitos sociais e políticos, também é o momento de vislumbrar o alcance que possui a liberdade das mulheres. Isso é o que acredita a instrutora de aulas de defesa pessoal, Cristiane Coelho Delavechia. "O 8 de março deve ser enxergado como uma celebração e reconhecimento da luta por direitos igualitários, que originaram nas conquistas das mulheres por espaços no mercado de trabalho, na política e contra as violências moral, física e sexual que ainda está presente em nosso cotidiano", destacou Cristiane.

Para a instrutora, essas conquistas resultaram no empoderamento feminino, garantindo maior participação social e cultural. Contudo, ainda há situações que as mulheres enfrentam diariamente que merecem atenção. "A questão do assédio é algo muito presente no dia a dia, somado a isso, a insegurança nas ruas e até mesmo em suas residências, revelam os motivos pela busca das mulheres pela aprendizagem de técnicas para a defesa pessoal", argumentou.

De acordo com Cristiane, a imagem de sexo frágil ainda está imersa na sociedade e, com isso, as mulheres ficam mais suscetíveis as situações de assédio. "Elas estão buscando praticar algum tipo de luta e o número de adeptas está crescendo. E elas não procuram pensando apenas na questão estética, pois os benefícios vão além disso, quem aprende defesa pessoal, sente-se menos vulnerável a situações de violências, bem como, melhora a concentração, disciplina, agilidade, coordenação motora e alongamentos, e, sobretudo, a autoconfiança", pontuou.

A instrutora cita ainda, que as mulheres exercem diversas atividades, isso revela sua força e, por isso, elas devem "acreditar em si mesmas, conhecerem seus direitos e reconhecer o valor que tem seu papel", concluiu.

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