Quem presenteia uma pessoa com rosas passa o sentimento de carinho, gratidão, amor, afeto. E será que na política é assim?
São dois momentos. No primeiro momento, tudo são rosas. As pessoas te procuram, te convidam para concorrer ao Legislativo, como se você fosse insubstituível. Mas o objetivo central sempre é fortalecer a chapa majoritária.
Depois de aberta as urnas, mesmo com a vitória (alguém sempre vence) aquele perfume de rosas, amor incondicional, importância insubstituível acaba indo embora com a chuva.
Portanto, se baterem em sua porta com um buquê de rosas, lembre-se que o caule guarda espinhos e costumam deixar marcas indeléveis. A política é assim, infelizmente. Num primeiro olhar é o canto da sereia e depois a barca de Caronte. Do céu ao inferno em pouco tempo.
Toc, toc, toc...alguém está batendo em sua porta! A escolha é sua.