Ilgue Rossetto, que abriu mão de ser presidente do Legislativo erechinense em 2020, foi o último a se pronunciar: “Hoje tem coisas que eu fiz, que não faria, e tem coisas que não fiz e faria”. Isso é o velho amadurecimento que só a prática traz.
Disseram para ele que a Câmara de Vereadores é um ninho de cobra, e viu algumas coisas que podem batizar o legislativo como a filial do Butantã.
Explicou os motivos que levaram a desistir, em função de problemas de família e até da mesa diretora pediu para ficar de fora. Enquanto narrava o fato, chorou várias vezes. Precisou tirar os óculos para enxugar as lágrimas.
E todos seus colegas aprovaram sua indicação, do vereador Mário Rossi (MDB). Ao final do evento, ambos de abraçaram.