A população nem nota, mas a campanha 2020 já começou. Dirigentes partidários estão correndo muito atrás de nomes para concorrer à vereador, já que não terá coligação proporcional. Os partidos terão que concorrer com chapa pura e 30% dos concorrentes tem que ser do sexo feminino. Então, mulheres candidatas viram artigo de luxo para os partidos.
Sem a coligação, mudou a forma de preenchimento das vagas. Na última eleição, o partido que não fazia nenhum vereador (não atingia o quociente eleitoral), não participava das cadeiras que são preenchidas pela sobra dos votos. Ano que vem não. Tem partido que poderá fazer um vereador sem atingir o quociente, em função da sobra. Com mais ou menos 2.500 votos na soma de todos os candidatos, deve fazer um vereador.