Na eleição dos Progressistas de Erechim, esse ano, ocorreu um desgaste interno, pelo que cada um entendia o que era melhor para o partido. Foram três reuniões, até que elegeram José Mantovani como presidente. Eram duas chapas. A outra com o suplente de vereador Kaká Cofferi.
Os jovens queriam espaço
Os jovens progressistas buscaram ocupar espaço, mas não conseguiram suplantar os históricos do partido, que se uniram para não correr o risco de perder o comando da sigla. Até umas desavenças partidárias, foram deixadas de lado nesse momento.
O descontentamento
Mas o tempo foi passando e essa eleição ainda deixa marcas. A suplente de vereadora Marinês Ronsoni nunca escondeu de ninguém seu descontentamento com os rumos do partido. Em função de sua ligação com o Heinze, ainda permanece no partido, mas já foi sondada por outras siglas, e com mais veemência pelos Democratas, que acenam até com a majoritária. E ela está pensando seriamente em deixar a sigla.
“Ao lado dos próprios algozes”
Para Marinês é essencial, para uma questão de sobrevivência, que o partido se oxigene, pois, está encolhendo, e o Mantovani não está conseguindo desempenhar um trabalho maior, pelo conservadorismo do partido: “Não quero ficar carregando mágoa, e nem julgá-lo, mas o fato foi que naquele momento ele me traiu para ficar ao lado dos próprios algozes. Eu sempre estive ao lado dele. Uma escolha, que me parece, pagou um preço alto”.