O ex-Ministro do Trabalho do então presidente Fernando Collor de Mello, Antônio Rogério Magri, cunhou uma palavra num dos seus discursos, que não existe: “imexível”. A expressão veio quando respondeu para um jornalista: “o salário do trabalhador é imexível”.
Num governo municipal, também existem os considerados “imexíveis”. E no governo Schmidt são três esses nomes: o chefe de gabinete, Roberto Fabiani, o secretário de administração, Valdir Farina, e a assessora especial do gabinete do prefeito, Josi Bruch Piazzon.
O próprio prefeito, me confirmou, que esses três nomes, estarão com ele até o fim do mandato. Os outros, que se acostumem. Inclusive, Schmidt já falou isso para os demais membros de seu governo.