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Política

PP salta de um para três vereadores e deve ampliar participação no governo Schmidt

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Eni Scandolara não concorrerá mais a vereadora
Por Salus Loch
Foto Rodrigo Finardi

O presidente do Progressistas (PP), Narciso Paludo, tão logo assumiu o comando da sigla no fim de 2019, avisou: seu foco inicial seria reforçar a nominata de vereadores. Dito e feito. Aproveitando a janela de transferências partidárias, o PP, que contava apenas com Eni Scandolara na Câmara, amealhou dois novos edis para suas fileiras: Renan Soccol (ex-PSDB) e Leandro Basso (ex-comunista, do PCdoB, e ex-PRB), que atualmente é secretário de Cultura. Paludo está atrás, ainda, de um quarto vereador: Flavinho Barcelos, do PDT.

O reforço na bancada legislativa deve ter impacto, também, no espaço junto à administração municipal. No início de abril, Reginaldo Bolis, ex-diretor do Barão do Rio Branco, deve se juntar a Linir Zanella, titular da Assistência Social, no comando de uma secretaria do governo Schmidt. Embora tenha recebido convite para ‘escolher’ qualquer pasta, Eni Scandolara recusou a oferta.

Impacto eleitoral

O crescimento faz com que o PP volte a mirar a prefeitura de Erechim, em outubro. A legenda teria, hoje, três pré-candidatos ao executivo. Um quarto nome, ainda sem filiação, deve se reunir na sexta-feira (20) com a executiva para definir seu futuro.

Em tempo

Ao optar por não concorrer à reeleição, Eni Scandolara foi determinante para que as ‘portas’ da legenda fossem abertas a novos nomes. Com lista cheia, PP deve privilegiar os candidatos ao legislativo nas definições sobre a disputa ao palácio.

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